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quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Revisor

E ao terceiro, Salmón convence-me.
Os dois primeiros da trilogia foram livros que gostei de ler e que arrumei com a satisfação de apenas isso, de ter lido histórias bem contadas.
O terceiro muda tudo; sabemos de antemão que a história, apesar de ficção, assenta em cima de sangue e não de molho de tomate, mas não é daí que vem a força deste texto. A força vem da raiva, dos golpes precisos de um desabafo que podia ser nosso e que se lê como quem ouve um grito.

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